terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Portfólio Final: A luta entre o Homem e o Animal


(Corrida de Toiros em Montemor-o-Novo)


Portugal é um país com uma forte tradição de festa brava. As touradas representam o domínio racional do Homem sobre a força brutal e violenta do animal. O assunto tem dividido opiniões ao longo dos últimos anos.  Os grupos de defesa dos direitos animais criticam as touradas por considerarem que são um acto injustificável de crueldade, não se inserindo nas tradições humanistas.  A Federação Portuguesa das Associações Taurinas defende que "ao destruírem a Tauromaquia, destroem um símbolo da superioridade da humanidade sobre a animalidade."







Lide a Cavalo



Lide a Pé









Segundo a  PROTOIRO "as Corridas de Toiros são precisamente o oposto da tortura e da barbaridade. Torturar é fazer sofrer um ser que não se pode defender, com o propósito de daí retirar um benefício, como uma confissão, e fazê-lo sem correr qualquer risco. Ora, a Corrida de Toiros é um duelo, um combate onde o toiro deve lutar e demonstrar a sua natureza e o homem só pode participar nesse combate se aceitar pôr a sua vida em risco. A Corrida de Toiros é, assim, o contrário da tortura e não é comparável com a verdadeira tortura como a que sofre o prisioneiro político, por exemplo. Por outro lado, barbaridade pressupõe algo sem regras, sem educação, rude. Ora, a Corrida de Toiros é um ritual, perfeitamente regulado, onde cada gesto, cada passo, cada atitude tem um significado preciso e valorado."









"O sofrimento dos animais começa quando os touros – principais vítimas desta actividade (além dos cavalos e das vacas, assim como dos novilhos, quando são usados ainda enquanto bebés e jovens) –, depois de terem já perdido cerca de 10% do seu peso na viagem da ganadaria (onde são criados e onde estão habituados a uma vida tranquila) para a praça de touros, devido ao stress, são mantidos nos curros, até à hora de entrarem na arena, onde a angústia e o medo são crescentes. 

Junta-se a isto o sofrimento físico, que aqui começa, não só porque os animais são conduzidos com aguilhões e à paulada, mas também porque, entre outros métodos de preparação, são-lhes serrados os chifres sangue frio para serem embolados (nas touradas portuguesas, os touros não têm sequer os seus chifres inteiros e expostos, para terem uma oportunidade mínima de se defenderem).Ao entrar na arena, os touros vão já fortemente enfraquecidos e feridos (devido aos chifres serrados a sangue frio antes da tourada), além de apavorados. (...) a tortura da tourada se acentua, à medida que as bandarilhas e os restantes ferros (que podem ter comprimentos variáveis entre os 8cm e os 30 cm, além de terem afiados arpões na ponta, para se prenderem à carne e aos músculos dos animais) rasgam os seus tecidos, provocando-lhes um sofrimento atroz, além de febres imediatas, acrescidas de um enfraquecimento acentuado pela perda de litros de sangue." http://antitouradas.blogspot.pt/
















A Pega



sábado, 30 de novembro de 2013

Local Específico - Feira da Ladra


Feira da Ladra é uma feira popular de objetos usados que ocorre na cidade de Lisboa, em Portugal.
Com raízes que remontam ao século XIII, a Feira da Ladra andou de sítio em sítio, até se fixar no Campo de Santa Clara, freguesia de São Vicente de Fora. Dedica-se, sobretudo, ao comércio de velharias, de objetos de segunda-mão e artesanato.
Ocorre semanalmente às terças e sábados, no período da manhã até à tarde.





Tópicos especiais, notícias e acontecimentos

Manifestação "Que se lixe a Troika" - 26 de Outubro de 2013







Catorze cidades portuguesas aderiram à manifestação convocada pelo movimento “Que se lixe a troika” visando protestar contra as medidas de austeridade impostas pelo governo. Em Lisboa, a marcha começou no Rossio rumo à Assembleia. 






O desfile contou com a participação activa dos manifestantes que gritavam palavras de ordem tais como: “desempregados à rasca gritam já basta”, “é só mais um empurrão e o governo vai ao chão”, “troika não, troika não, troika não”, “Esta vida de austeridade está a dar cabo de mim”.
Chegados ao Parlamento juntaram-se milhares daqueles que marcharam contra a actual situação do país. Ao longo de mais de duas horas, em frente à Assembleia da República, membros de sindicatos e organizações falaram aos manifestantes, intercalando os discursos com música de intervenção.
O movimento ‘que se lixe a troika’, desta vez com o lema “Não há becos sem saída” aponta o dedo ao governo pelo estado do país. As milhares de pessoas que se reuniram nas ruas lisboetas exigem a queda do governo, a saída do FMI e a renegociação da dívida pública.






Arquitectura e História






Ir ao encontro de pessoas






Ângulos dramáticos